A nova geração de análogos de GLP-1 já tem nome e resultados impressionantes.
Nos estudos clínicos mais recentes, pacientes perderam até 24% do peso corporal, superando Ozempic e tirzepatida.
Este avanço representa um marco na abordagem farmacológica da obesidade e doenças metabólicas.
Ação combinada em múltiplos receptores hormonais, proporcionando perda de peso mais expressiva.
Efeitos mantidos ao longo de períodos prolongados de tratamento.
Estudos indicam boa tolerabilidade, com eventos adversos geralmente leves.
Embora ainda em processo regulatório no Brasil, a Retatrutida desponta como opção promissora para:
A história mostra que inovações como essa mudam protocolos de forma rápida.
Profissionais que se antecipam, estudam e entendem seu funcionamento antes da liberação oficial, saem na frente na hora de aplicar a tecnologia no dia a dia clínico.
Em estudo clínico de 48 semanas com adultos obesos (n = 338), a Retatrutida reduziu o peso corporal em média –24,2% no grupo que recebeu 12 mg, comparado a apenas –2,1% no grupo placebo.
MASLD/NASH – Em pacientes com esteatose/metabolismo hepático disfuncional, a Retatrutida reduziu a gordura no fígado em até –82% após 48 semanas, com normalização (< 5%) em até 93% dos participantes.
Em ensaios clínico-farmacêuticos, observou-se redução de até –40,6% nos triglicerídeos e –38% em apoC‑III.
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